O DIA ACABA E A NOITE SEDUZ

Tenho certeza de que se falo somente isto [título] apenas cometo plágio e como isto não quero [plagiar] digo a você, leitor perspicaz, que o dia é a LUZ do conhecimento, do discernimento racional consciente e coerente, e a noite é apenas o negror das TREVAS, contundentes, tendenciosas, impiedosas, irracionais, que momento-a-momento continua, ainda impune, iludindo os incautos e levando-os, ora pela ignorância, e ora pela ambição.

Seus cantos de sereia tudo fazem para produzir a melodia que sabem vai mantê-los como seguidores cegos e fiéis, daqueles que desde cedo aprenderam a manipular os seres humanos, com os quais não têm o menor compromisso a não ser o de usá-los ao seu bel prazer e individual locupletamento.

Travestem-se tais estes fabricantes de ilusões em verdadeiros vampiros modernos, permanecendo anos a fio no infame ato de SUGAR O SANGUE alheio, não o sangue físico e natural, mas sim o SANGUE DA SOCIEDADE, solapando o desenvolvimento social em benefício seu, pessoal, sugando da economia e das pessoas tudo quanto puderam produzir até o momento, minando os ânimos e tentando fazer desaparecer a esperança.

Oh! Que sorte tiveram nossos antepassados!

Naqueles dias negros das primícias intelectuais, apenas tinham que se preocupar em manter uma boa resma de alho dentro de casa e lembrarem-se de que para o “contra dizente” atravessar o limiar do seu portal doméstico seria necessário haver um convite.

Mal sabiam nossos antepassados que um dia o desalmado iria entrar a hora que quisesse em todas as casas através da mídia, aquela mesma que nos auxiliou a sair do negror dos tempos.

Mal sabiam nossos antepassados que os VAMPIROS se modernizariam mas continuariam sugadores e cada vez mais vorazes, atrevidos e maléficos, mesmo ficando lá longe de nossas residências, testando [e manipulando] os cetros, não os cedros, a seu bel favor.

Com a modernidade, as matas já desapareceram, as estacas de carvalho já não existem e a civilidade já nos demonstrou que para estes, novos vampiros, o remédio deve ser outro, e então o carvalho deve ser substituído por algo mais moderno, eficaz e sutil que possa proteger a todos da infamante e degradante sugação. Quiçá o remédio de Curitiba possa surtir efetivamente o resultado que todos almejam e seja multiplicado para outros rincões.

Como conclusão, para as criancinhas de todas as idades, podemos afirmar sem margem de duvida que VAMPIROS NÃO EXISTEM, enquanto que, elas nos olharão de soslaio e dirão ESTE VELHO NÃO ASSISTE TELEVISÃO? NÃO PERCEBE QUE A SANGRIA CONTINUA? Certamente muitos deles já têm esta nova visão!

Walmir da Rocha Melges – 24 de janeiro de 2016

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