MORO – O HÁBITO FAZ O MONGE

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DÉFICIT DE RELACIONAMENTO

Recente artigo sobre o #SérgioMoro nos mostra as consequências que uma vida dedicada à um determinado aspecto da sociedade – no caso dele o cargo de Julgador – traz ao profissional.

O tema é bastante interessante e na realidade a tipificação ou melhor catalogação deste #TipoDePersonalidade, formado pela profissão, é bastante antigo.

Basta nos lembrarmos que nossos avós já nos diziam que #o_Hábito_Faz_o_Monge.

Sobre o #SérgioMoro assim disse o jornalista: “Sem cargo, sem partido, sem palanque, Moro tem como única janela de visibilidade as palestras e entrevistas que tem dado [quando deixa claro o déficit de comunicação que podem causar duas décadas de uso da linguagem vetusta da magistratura]”

Então em instantes, como não poderia deixar de ser, fiz uma autoavaliação sobre o #DéficitDeRelacionamento “causado pelo exercício de uma determinada atividade profissional”

Certamente este é um conceito técnico explicado pela “área psi” e traz a público que o “MORO tem problemas de relacionamento por ter ficado 20 anos como JULGADOR”.

Algumas profissões, pela sua própria natureza amarram o profissional em aspectos que indicam a SOBRIEDADE e impedem que o indivíduo venha manifestar OPINIÕES PRÓPRIAS sobre os assuntos nos quais esteja debruçado profissionalmente ou funcionalmente, mesmo porque ele está subordinado à sua ética profissional a qual em muitos casos se sobrepõe à Ética Social.

Sobre a manifestação de OPINIÕES PRÓPRIAS:

“nossa conjuntura atual demonstra que muitos dos ocupantes de altos cargos do país ainda não aprenderam que ‘após eleitos”, ou ainda “após empossados”, o indivíduo deixa de ter a sua liberdade pessoal de manifestar “algo que pensa” pois ocupado o cargo público automaticamente ele se reveste da importância e responsabilidade inerente ao cargo ocupado e então somente tem “uma opinião formal”, adstrita ao exercício do cargo daquela data em diante”.

Quem já não ouviu alguém dizer que “os médicos são muito frios diante da morte ou da doença inevitável”. Por mais necessidade que tenhamos de “tentar entender”, devemos compreender a existência de regras profissionais às quais este profissional está adstrito.

O tema #DéficitDeRelacionamento é muito interessante e pulsante mesmo.

E, fazendo uma introspecção eu me pergunto: “quem ficou 50 anos amarrado no linguajar contabilês, e, ao mesmo tempo, 45 anos amarrado no jargão pericial, cumulado com 30 anos no jargão auditorial”.

Será que este tipo de pessoa também tem o direito de “padecer” do mal do “linguajar técnico” e assim, #SerFormalDemais e portador do #DéficitDeRelacionamento.

Walmir da Rocha Melges – 11.07.2020 – 15HS

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