A ciência e a vontade politiqueira dos políticos

Existem alguns assuntos que contém tantas aberrações que é impossível que o homem consciencioso não se manifeste: SERÁ OBRIGATÓRIA A VACINAÇÃO.

Estamos assistindo um verdadeiro jogo de braço entre os diversos ramos da política brasileira em nível nacional e estadual e logo o tema “ciência e a vontade politiqueira” vai se instalar também no nível municipal.

Referimos à afirmação política – que podemos considerar como absurda – de que SERÁ OBRIGATÓRIA A VACINAÇÃO de TODOS, subentendendo então de 100% da população.

É claro que, como CONCEITO SANITÁRIO de PRESERVAÇÃO DA VIDA NACIONAL isto é fácil de se entender e é, até louvável e aceitável, porém existem outras vertentes neste assunto que nos leva pensar sobre pelo menos dois fatos que devem ser pesados.

O primeiro fato diz respeito automaticamente a possibilidade de que esta decisão tenha cunho politiqueiro apenas o que implica no jogo de braço e também – infelizmente – ao interesse particular, preocupação que se justifica pelo noticiário estadual e nacional de que, mesmo na pandemia, alguns estão lucrando com a morte ou a sua possibilidade de ocorrência. Certamente a prova desta “desqualidade’ está estampada na mídia.

O segundo fato refere à característica do assunto pautado nesta decisão – vacinem todos – o qual não está abrangido na área da política, nem muito menos da economia ou do mercado, mas sim, e tão somente na ÁREA DA CIÊNCIA.

Em sendo matéria CIENTÍFICA automaticamente desclassificam-se todas as demais opiniões e posicionamentos das demais áreas de formação moderna do homem, inclusive a área na qual ele se forma na UNIVERSIDADE DA VIDA que é a do INTERESSE PESSOAL, normalmente para fins escusos.

Existe razão quando se fala que a decisão do #vacinem_todos deve ser apenas científica pois este assunto se desdobra em pelo menos duas vertentes, a primeira relativa às pessoas portadoras de deficiências graves e crônicas, onde uma vacinação apressada como a que se pretende, representa grande RISCO DE VIDA para a pessoa vacinada.

Também existe razão dos que tem receio de se vacinarem, diante das conclusões dos seguintes conceitos:

Primeiro o conceito de que o avanço da ciência, o aparecimento de novos recursos, descobertas e conhecimentos permitem a alavancagem – apressamento com qualidade – de realização das duas fases iniciais no desenvolvimento das vacinas e medicamentos.

Segundo o conceito científico usual de que a terceira fase, qual seja o estudo das influências e consequências de uma vacinação precoce na saúde e sobrevivência das pessoas é um processo moroso que pode levar anos pela frente.

De qualquer forma, somente a CIÊNCIA é quem pode responder estas questões. Como não se conhece nem se tem notícia de que os políticos que ora estão se arregimentando a favor da vacinação compulsória sejam CIENTISTAS, isto leva crer que são apenas meras opiniões politiqueiras vazias.

É claro que aos médicos devem ser assegurados o mesmo direito – o qual, aliás já são, tecnicamente detentores – tal e qual aquele pretendido aos policiais em zona de “alto conflito” onde as decisões técnicas e estratégicas devem ser tomadas em instantes, aos médicos, os quais da mesma forma diante do conhecimento da existência de um quadro clínico crítico e grave de determinados pacientes, são os que possuem a qualificação técnica e científica de opinar profissionalmente se uma pessoa pode ou não ser vacinada. É claro que a opinião dele não pode ser questionada em juízo pois certamente estará amparada em profundo Laudo Clínico Médico.

Por consequência vejo que é uma temeridade que os políticos auxiliados pelos seus partidos políticos tentem forçar uma DECISÃO JUDICIAL arguindo proteção da Constituição Brasileira.

Walmir da Rocha Melges. 24.10.2020 – 12:21hs

É claro que este cronista também não é CIENTISTA das ÁREAS MÉDICAS/CIENTÍFICAS, porém o é, cientista contábil voltado para os efeitos desta na floresta econômica e jurídica. Sempre foi um ANALISTA e desde criança, o que implica afirmar que sempre foi observador do entorno no qual vivia. É claro que quando vivia na caixa – o que ocorreu apenas na época do grupo escolar – o entorno era pequeno e limitado, e da mesma forma a capacidade das observações, porém, com o avançar dos anos e o acúmulo dos conhecimentos e experiências, as da vida normal e outras da vida profissional, o entorno foi aumentando, tal e qual ocorre com todas as demais pessoas comuns – como este – neste mundão sem fronteiras, principalmente àqueles que se dedicaram ao estudo contínuo das letras e seus significados, em especial nas lides das perícias que dependem de conhecimento, análise, investigação, estudo, capacidade de síntese e narrativa.

Então esta matéria é a visão de um cioso observador que se tornou analista por força das circunstâncias e da sua vivência profissional.

“Alguns observam e opinam, outros observam, vivenciam, estudam e depois opinam”.

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