DA CRENÇA, DA CIÊNCIA E DA APARÊNCIA

Interessante o frenesi da CIÊNCIA, sempre teimando em comprovar cabalmente todos os fenômenos e acontecimentos, para somente depois de comprovado cientificamente, crer neles!

Em relação aos aspectos religiosos, transmitidos pela oralidade e pelos livros, como o mistério da abertura do mar Vermelho, os mistérios de Cristo, a ciência reluta em crer neles e imediatamente os taxam como lendas e impossibilidades, mas acaba de calando em relação à uma de suas vertentes [ciência política] que mais influencia a vida individual e coletiva e provoca até verdadeiras hecatombes públicas, econômicas e sociais, como as que estamos assistindo nos últimos anos.

A prova de que “a ciência se cala” neste aspecto, é que as tergiversações e desvios de condutas políticos que hoje grassam o nosso cotidiano, mesmo aqueles que afrontam a moral, a civilidade e os bons costumes, estão sendo motivo de apenas um movimento daqueles agentes da ciência política, qual seja, o movimento da tentativa de construção de barreiras, diques, desvios e interposições edificadas de meros sofismas [algo que pretende ser algo, mas não o é].

Não vejo “a ciência”, ou seja, os defensores da verdade, empenhados em demonstrar para a população, que os sofismas em voga [promessas políticas] são apenas isto, meros sofismas.

No nascedouro da reação [à má ação], lá está o pessoal de Curitiba, atualmente conhecidos como Principado de Curitiba, lançando mão de toda técnica e recurso advindos da evolução da ciência [como seu produto], no afã de apurar, apontar e julgar, porém, falta a outra ponta da ciência [a verdadeira], demonstrar que os sofismas criados para fuga do produto, são apenas ilações irreais.

Walmir da Rocha Melges – 24.11.2015

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